Quarta-feira, 18 de Julho de 2018
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Eventos corporativos têm alternativa atrativa no mercado de cruzeiros e Renase destaca-se como especialista no assunto
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Pela velocidade com que as informações e as tendências entram e saem de moda, os eventos corporativos hoje em dia ficam menos tempo na memória das pessoas, o que exige cada vez mais criatividade para surpreender no próximo projeto. Antigamente, as expectativas eram menores, muitas vezes “padronizadas”. Hoje não há mais espaço para o que é comum e a criatividade tem que ser maior. Verbas de publicidade anteriormente destinadas a, por exemplo, comerciais de TV, hoje são utilizadas para eventos e/ou experiências para consumidores, clientes e funcionários.

O mercado de viagens corporativas movimentou R$ 78,1 bilhões em 2016 segundo o IVC/Lacte. Naquele ano, 25% da receita dos prestadores de serviços deste mercado vieram de eventos corporativos. Dentro desse mercado, uma modalidade que vem se destacando entre as empresas são convenções ou eventos exclusivos em navios. O fretamento de um navio para cerca de 3.500 pessoas, incluindo toda a estrutura do evento, alimentação, hospedagem, entretenimento e logística custa cerca de US$ 9 milhões, segundo Rodrigo Stocco, diretor da Renase Eventos. “Um investimento de excelente custo-benefício”, afirma Stocco, que fretou no mês passado um navio para a convenção Bosch Service 2018 que saiu do Rio de Janeiro e preparando, além do cruzeiro em si, uma área pré-embarque toda ambientada, que recebia no Píer Mauá os cruzeiristas do Brasil, Argentina, Chile, Equador e Colômbia.

“A experiência do cliente deve ser impecável do início ao fim e a Renase tem a expertise no assunto, tanto que fomos reconhecidos com o prêmio Top MSC Cruzeiros na categoria Grupos, em março. É um orgulho atender o público corporativo há 28 anos e estar cada vez mais presente nos eventos preparados em navios. Além desse fretamento para a Bosch, também preparamos eventos de mais de meio milhão de reais em navios para empresas como Mary Kay, em 2016, e Bauducco, em 2017. De um ano pra outro, a porcentagem de eventos em navio no nosso faturamento subiu 17%”, completa Stocco.

Na temporada 2017, o setor de cruzeiros movimentou R$ 1,607 bilhão, segundo a CLIA/ABREMAR e, apesar de ter sido uma temporada com menos navios e viajantes no Brasil, o número de cruzeiristas por navio (ocupação) teve um aumento de 29%. O viajante corporativo também se mostra cada vez mais exigente. A mesma pesquisa diz que 61,9% dos entrevistados não substituiriam cruzeiro por resort ou hotel de luxo. Isso reforça pesquisa feita pela Bosch, cliente da Renase, em que 90% dos participantes de suas convenções disseram preferir que o evento bienal da empresa ocorresse novamente em navios em vez de resorts, depois de terem ambas experiências.

A Renase indica que a temporada 2018/2019 é um momento de retomada do mercado de cruzeiros, já que serão inseridos 16 navios no setor, com um investimento de US$ 8,4 bilhões, 25% a mais que em 2017, e o mercado no Brasil deve seguir o movimento mundial. Com isso, haverá mais navios no mercado, o que pode estimular a concorrência e deixar os preços ainda mais interessantes para empresas que queiram investir em fretamentos de navios para eventos.

Para os clientes, o fretamento de um navio pode sair mais barato também, já que a infraestrutura de audiovisual, a alimentação e as atrações já são parte do navio, em comparação com um resort, onde tudo deve ser locado ou pago à parte. Além disso, Rodrigo afirma que há mais quórum nas atividades da programação por ter menos dispersão do grupo. Passar uma mensagem mais assertiva e oferecer uma experiência mais marcante, que ainda contempla o detox digital (sem comunicação), já é considerada por muitos como o “novo luxo”.

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