Terça-feira, 17 de Julho de 2018
Corporativo
Uso de banco de dados como estratégia para atrair clientes
Imagem do Artigo: Uso de banco de dados como estratégia para atrair clientes

Para Marcos Alex Rodrigues, diretor da CML (Central Mailing List), o bom e velho e-mail marketing nunca sai de moda e pode ser considerado uma das principais ferramentas de comunicação da atualidade, tanto pelo baixo custo, quanto pelo nível de conversão (quando bem trabalhado). O executivo defende a tese de que todas as empresas precisam ter uma base de dados própria para ser trabalhada em todas as fases da empresa.

 

“Muitos empresários alegam que o e-mail marketing não seja uma ferramenta 100% eficiente, mas essa reclamação é proporcional ao mau uso da base de dados” – pontua Marcos.

 

Um banco de dados eficaz precisa ir além das informações básicas de contato (nome, telefone e e-mail), já que com dados minuciosos sobre cada cliente, é possível segmentar o envio de uma comunicação por região, preferências, gostos e perfis. “De nada adiantar enviar um informativo do lançamento de uma coleção feminina para um mailing repleto de homens, isso só fará com que seu e-mail seja ignorado, assim como os próximos da sua empresa. Ou seja, você queimou o seu mailing”.

 

Assim, quanto mais informações essa base de dados tiver, mais fácil será converter uma venda, já que a segmentação para o envio de qualquer comunicado será feita de acordo com o perfil do cliente. Diversas categorias podem ser selecionadas trazendo ao trabalho maior assertividade e taxa de conversão.

 

A MD Marketing Digital sabe muito bem disso e vem atuando em parceria com a Central Mailing List. “Criamos a campanha de trabalho, mas era preciso uma base completa e atualizada para fazer o envio. Através desta parceria conquistamos uma base de dados devidamente segmentada, onde podemos filtrar o público alvo por classe social, pessoa física ou jurídica, tempo de negócio, área geográfica, entre outros, o que gera um grande grau de assertividade no envio. O índice de atualização da nossa base de dados é mais de 90%, ou seja, não tem como não dar certo”, conta Assis Vieira Neto, diretor da empresa.

 

Além da importância da segmentação, os dados precisam ser higienizados e atualizados com frequência, por meio de validação de nomes, eliminação de caracteres inválidos, conversão de caixa alta e baixa, além de cruzamento de domínios válidos. “Empresas podem mudar de localização, telefone, além da rotatividade de funcionários que também se deve levar em consideração podendo tornar o mailing totalmente ineficiente caso não haja uma manutenção dessas informações”, sinaliza Marcos.

 

Mas, mesmo ciente da importância do mailing, como fazer quando a empresa é nova no mercado e ainda não possui a sua base de dados própria? “Adquira um mailing do seu segmento de atuação, faça a triagem dos contatos e comece a criar o seu” – orienta Marcos que desde 1995 está à frente da Central Mailing List que atua fortemente na comercialização de banco de dados e disparo de e-mail marketing.

 

Empresas com este perfil estão crescendo muito nos últimos anos e sobrevivendo a crise. O diretor da CML, viu no último ano, a empresa crescer 40%, já que a procura por mailings segmentados se tornou uma estratégia de vendas para diferentes corporações, tanto pela assertividade, quanto pelo baixo custo. “Com a crise, as empresas começaram a ver seus clientes irem embora e começaram a buscar opções mais baratas reconquistar os antigos e conquistar novos. Muitas empresas passaram a procurar o meu serviço para cuidar da base de dados ou simplesmente para começar um banco de dados” – pontua.

 

Afinal, quem nunca sentiu dificuldades ao divulgar um novo produto/serviço? E em meio a tantas informações, redes sociais e uma enxurrada de novidades, se destacar e ser assertivo é a meta de todo empresário.

 

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